O que as famílias contam depois de um tempo
Relatos sobre o cotidiano, as atividades e como é receber os bilhetes e as cartas da Copaíba.
← Voltar ao inícioFamílias que passaram pela Copaíba
Cláudia Ribeiro
filha — Teresópolis, RJ
"Minha mãe faz o Programa Dia desde junho e a mudança foi visível em poucas semanas. Ela voltou a ter rotina. O bilhete semanal que recebo toda sexta é simples — conta como foi o almoço, quem ela jogou baralho, se foi ao jardim — mas pra mim, que estou em Teresópolis, é a diferença entre passar a semana preocupada ou tranquila."
julho de 2025
Fernando Melo
filho — São Paulo, SP
"Meu pai ficou as vinte noites enquanto eu fazia uma viagem de trabalho prolongada. Antes de ele entrar, a equipe pediu que eu enviasse por escrito as preferências dele — o que não gosta de comer, a que horas acorda, se prefere ficar quieto ou em companhia. Isso me deu confiança. Quando voltei, ele me disse que a comida era boa e que havia gostado das caminhadas no jardim."
junho de 2025
Paula Souza
neta — Nova Friburgo, RJ
"Minha avó mora na Ala Varanda há quatro meses. A carta mensal que minha mãe recebe é escrita à mão pela equipe — não é um formulário. Isso diz muito sobre como a casa funciona. Visito toda semana e sempre encontro ela na varanda ou no jardim. Ainda não vi um dia em que ela parecesse entediada."
julho de 2025
Lúcia Nogueira
filha — Rio de Janeiro, RJ
"O que mais me convenceu na visita foi que a casa tem cheiro de comida às onze da manhã. Em outros lugares que visitei, a cozinha parecia decorativa. Aqui não. Minha mãe está no Programa Dia e diz que o almoço de quinta — arroz, feijão, frango e salada — é o ponto alto da semana. Para mim, isso é sinal de que algo está certo."
julho de 2025
Roberto Alves
filho — Friburgo — RJ
"Meu pai tem oitenta e dois anos e é do tipo que não faz o que é mandado. Na Copaíba, as atividades não são obrigatórias — se não quiser ir à roda de leitura, não vai, sem constrangimento. Isso foi decisivo pra ele aceitar a proposta. Hoje ele participa de quase tudo, mas porque quis."
junho de 2025
Márcia Cardoso
filha — Petrópolis, RJ
"O almoço familiar mensal é um detalhe que faz diferença. A gente come junto com a equipe, vê como a casa funciona de perto, conversa com quem está ali todo dia. Não é uma reunião formal — é um almoço. Minha mãe apresenta a gente pra quem ela conheceu no mês. Isso é muito diferente de outras experiências que tivemos antes."
julho de 2025
Três situações, três formas de entrar na casa
A situação
Senhor mora sozinho, filha em outro estado
Aposentado de 78 anos, morador de Nova Friburgo. Morava sozinho com boa autonomia, mas os dias estavam longos e silenciosos. A filha, em São Paulo, acompanhava por telefone e sentia que a conversa era sempre a mesma — televisão e cafezinho.
O caminho
Programa Dia cinco vezes por semana
Depois de uma visita com a filha, ele entrou no Programa Dia. Nos primeiros dias chegou quieto e observando. Na terceira semana já estava no grupo de baralho. A filha recebe o bilhete toda sexta e passou a ligar para perguntar sobre o que leu no papel, não para checar se está tudo bem.
Como ficou
Rotina restabelecida, família mais tranquila
Três meses depois, ele continua morando em casa. A diferença é que chega na Copaíba às 08h30 e volta às 17h00 com alguma história para contar. A filha revisou o acordo na primeira renovação e manteve tudo igual — nenhum ajuste necessário.
A situação
Família viajando, nenhum parente disponível
Senhora de 83 anos, moradora da Ala Varanda. A filha precisou viajar por três semanas a trabalho e os outros familiares estavam em cidades distantes. A mãe estava bem de saúde, mas não queria ficar sozinha em casa por tanto tempo.
O caminho
Estada de Vinte Noites durante a viagem
A filha enviou por escrito as preferências da mãe antes da viagem — comida sem fritura, acorda às 07h30, gosta de novela à noite, a lista de quem pode visitá-la. A equipe recebeu com o quarto preparado. Na primeira manhã, revisaram tudo juntas.
Como ficou
Experiência que abriu uma conversa maior
Ao voltar da viagem, a filha encontrou a mãe disposta a considerar a residência permanente. As vinte noites funcionaram como um período de adaptação natural. Dois meses depois, ela passou a morar na Ala Varanda.
A situação
Família reorganizando a casa após mudança
Casal de filhos que morava com a mãe precisou mudar de apartamento. O novo imóvel ainda estava em reforma e não havia condição de levar a mãe de 80 anos para um período de obras e mudança.
O caminho
Estada de Vinte Noites enquanto a casa ficava pronta
A mãe ficou vinte noites na Copaíba enquanto a mudança acontecia. Visitaram todos os finais de semana. Ao final do período, a reforma ainda não tinha acabado — a estada foi prorrogada por acordo direto com a coordenação.
Como ficou
Período de transição resolvido sem improviso
A mãe ficou trinta e dois dias no total. Voltou para a casa nova quando a reforma terminou. Segundo os filhos, foi o período de transição mais tranquilo que poderiam ter tido — e a mãe concordou.
Para conversar com a equipe
3
modalidades para diferentes momentos
100%
das famílias recebem comunicação escrita
11h
de visitas abertas por dia
7
atividades semanais sem obrigação
Venha conhecer a casa
A equipe recebe famílias para visita sem compromisso — para ver os quartos, a cozinha e a varanda, e para conversar sobre o que cada um precisa.